
Marchar de estrada em estrada,
Sem nome,
Sem regras,
Sem sapatos.
Tudo rosas mas morrem.
Marchar a par com o céu alto,
O meu ser e a minha humanidade.
Marchar com as chamas luminosas
E a cegueira das trevas,
A fortuna e o pesadelo.
Porque só auge da dor ergue a felicidade.
Tudo rosas mas morrem.
O canto do sonho mata-o.
Na vida da utopia nasce a imperfeição.
Da vida do sonho nasce a sua morte.
Na vida do irreal que a sustenta,
Morre a própria.
Marchar de estrada em estrada,
Desconhecendo a minha.
O nome não é meu quando não me conheço.
Não vivo as regras de um universo que não me pertence.
Na minha liberdade, eu insisto na independência,
Não dos saltos altos da riqueza,
Só dos pés descalços de mim mesma.
Tudo rosas mas morrem.
O universo do meu ser é o infinito,
Idêntica ao céu,
Pertenço a todos e a ninguém.
Tudo rosas mas morrem.
Sem nome,
Sem regras,
Sem sapatos.
Tudo rosas mas morrem.
Marchar a par com o céu alto,
O meu ser e a minha humanidade.
Marchar com as chamas luminosas
E a cegueira das trevas,
A fortuna e o pesadelo.
Porque só auge da dor ergue a felicidade.
Tudo rosas mas morrem.
O canto do sonho mata-o.
Na vida da utopia nasce a imperfeição.
Da vida do sonho nasce a sua morte.
Na vida do irreal que a sustenta,
Morre a própria.
Marchar de estrada em estrada,
Desconhecendo a minha.
O nome não é meu quando não me conheço.
Não vivo as regras de um universo que não me pertence.
Na minha liberdade, eu insisto na independência,
Não dos saltos altos da riqueza,
Só dos pés descalços de mim mesma.
Tudo rosas mas morrem.
O universo do meu ser é o infinito,
Idêntica ao céu,
Pertenço a todos e a ninguém.
Tudo rosas mas morrem.

Um comentário:
Genial...genial...Maravilhoso este passo
«Marchar de estrada em estrada,
Desconhecendo a minha.
O nome não é meu quando não me conheço.
Não vivo as regras de um universo que não me pertence.
Na minha liberdade, eu insisto na independência,
Não dos saltos altos da riqueza,
Só dos pés descalços de mim mesma.
Tudo rosas mas morrem.»
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